HOMENAGENS PÓSTUMAS
Tia Eulália na Xiba (Cláudio Jorge/Nei Lopes)
Já meio cambaia de tanta batalha
Já meio grisalha de tanto sereno
No colo moreno, escondendo a navalha
Chegou tia Eulália sondando o terreno
Veio, no calcanha, de Além Paraíba
Dançando uma xiba, arrastando a sandália
Enrolando o xale e a saia pra riba
Separando briga de nego canalha...
Lêlê, abre a roda, olalá
Que eu quero ver Tia Eulália dançar
A voz Clementina já bastante rouca
É uma coisa louca a sinhá Tia Eulália
Cigarro de palha no canto da boca
Não dorme de touca e nunca se atrapalha
Ela é veterana da guerra da Itália
Mas inda estraçalha no bolimbolacho
Quando bole em baixo tá com tudo em riba
Quando cai na xiba, a casa vem abaixo...
Lêlê , abre a roda, olalá
Que eu quero ver Tia Eulália dançar
BRAZIL, COM Z, NÃO SEREMOS JAMAIS, OU SEREMOS?
(Almir de Araújo, Balinha, Marquinhos Lessa, Hércules e Carlinhos de Pilares)
Tudo bem, novamente popular Um novo Sol a brilhar É isso aí vou caprichar (eu falei) Vou caprichar Brasil, meu Brasil Com S fica bem mais forte No Sul, no Centro, ou no Norte Na voz do nosso povo Ninguém vai me enganar de novo Num sorriso de criança A fé, a esperança conquistar O que é da nossa terra Sem essa de americanizar Não enfia o pau Noutra bandeira Vai, tira, tira E bota a nossa brasileira Sou "canariquito" Carioca a cantar Águia não cala meu bico Meu ouvido não é penico Meu Sam é de Sambar Unindo os heróis brasileiros Dos pagodes nos terreiros Contra o que vem de lá Canto a liberdade Meu hino, minha verdade A feijoada e o vatapá Quem comeu, comeu ) Quem não comeu não come mais ) BIS Brazil com Z jamais! )
Escrito por às 07h18
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